Hoje, aos 17 anos, Manuela relembra os anos vividos no CELQ e fala sobre suas escolhas para o futuro
Em setembro de 2014, uma pequena “professora” de apenas 5 anos estampava a capa da Gazeta Educação. De jaleco branco, óculos e pincel na mão, Manuela Martins Selhorst ajudava a ilustrar a matéria “As marcas de um bom professor”, publicada em homenagem ao Dia do Professor.
Na época, Manuela cursava o Pré I no Colégio CELQ. Doze anos depois, aquela menina que posou diante do quadro está no 3º ano do Ensino Médio, na mesma escola onde iniciou sua trajetória escolar, e começa a planejar os próximos passos de sua vida.


Doze anos separam as duas imagens: em 2014, Manuela aos 5 anos na capa da Gazeta Educação; hoje, aos 17, recriamos a cena, na mesma escola
Manuela ainda se lembra daquele dia. “Eu me lembro desse momento e de que me preparei de forma semelhante a uma professora para tirar a foto. Meus pais guardaram o jornal como recordação”, conta.
As lembranças dos primeiros anos no CELQ também permanecem vivas, especialmente aquelas ligadas à convivência com os colegas. Ela recorda as brincadeiras no parque e os momentos ao lado das amigas. Ao olhar para toda a caminhada escolar, considera que os professores tiveram participação importante em sua formação. “Ao longo da minha vida estudantil, todos os professores foram importantes para a minha formação.”
Para Manuela, os anos vividos na escola deixaram aprendizados que ultrapassam os conteúdos das disciplinas. Ela destaca que o ambiente escolar contribuiu para que desenvolvesse disciplina, responsabilidade e respeito às diferenças, além de ensiná-la a lidar com frustrações e a construir amizades.
Agora, aos 17 anos, vive uma fase bastante diferente daquela registrada pela Gazeta Educação em 2014. O fim do Ensino Médio traz consigo decisões sobre vestibular, faculdade e profissão. “Essa fase é um pouco complicada, pois existem muitas mudanças, o que acaba gerando um pouco de ansiedade”, relata.
Entre as possibilidades para o futuro, duas áreas despertam seu interesse: Fisioterapia e Arquitetura. A escolha ainda não está definida, mas Manuela já sabe o que espera encontrar depois que tomar sua decisão.
Ela reconhece que haverá dificuldades e momentos em que precisará encontrar motivação para continuar. Seu desejo é concluir uma graduação e tornar-se uma boa profissional, capaz de contribuir com a sociedade e, ao mesmo tempo, encontrar realização na profissão escolhida.


Uma história que atravessa o tempo: Manuela ao lado da matéria publicada em 2014 e, hoje, aos 17 anos, prestes a concluir o Ensino Médio e iniciar um novo capítulo de sua trajetória
Do Pré I ao último ano da Educação Básica, muita coisa mudou desde aquela capa de setembro de 2014. A menina que, por um dia, vestiu-se de professora para representar uma homenagem aos educadores cresceu cercada justamente por eles. Hoje, às vésperas de deixar a escola e iniciar uma nova etapa, Manuela leva consigo as marcas dos professores, das amizades e dos aprendizados construídos ao longo desses anos e começa a escrever os próximos capítulos de sua própria história.

Por Patrícia Rocha
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