No CEI Terra Mater, em Amambai, a Gazeta Educação de maio ganhou um espaço especial na rotina das crianças do Maternal I. Sentados em roda, atentos e curiosos, os pequenos acompanharam a professora Maria das Graças Corrêa da Rosa Tavares em um momento de leitura com o jornal impresso.
A cena, simples e ao mesmo tempo tão significativa, mostra o quanto o contato com a leitura pode, e deve, começar desde cedo. Mesmo antes de dominar as letras, as crianças observam imagens, escutam histórias, reconhecem pessoas, espaços, acontecimentos e começam a construir uma relação afetiva com o mundo da informação.

Um detalhe tornou o momento ainda mais especial: na edição de maio da Gazeta Educação, havia uma foto das próprias crianças do CEI Terra Mater. Ao se verem no jornal, os alunos viveram uma experiência de reconhecimento, alegria e identificação. Para eles, aquele material deixou de ser apenas uma página impressa e passou a carregar também uma memória da própria turma.
Mais do que um veículo de comunicação, a Gazeta Educação se torna, dentro das escolas, um material de apoio rico e versátil. O jornal possibilita trabalhar oralidade, escuta, interpretação, observação de imagens, ampliação de vocabulário, memória, curiosidade, interação e vínculo com a comunidade escolar. Para a Educação Infantil, cada página pode se transformar em conversa, interação, descoberta e aprendizado.


Momentos como esse revelam a importância do professor como mediador da leitura. Ao apresentar o jornal às crianças, a professora Maria das Graças transforma a informação em experiência, aproximando os alunos da realidade da comunidade e mostrando que ler também é olhar, ouvir, perguntar, reconhecer-se e participar.
A atenção das crianças ao redor do jornal emociona e reforça o propósito da Gazeta Educação: chegar às escolas não apenas como notícia, mas como ferramenta pedagógica, capaz de despertar interesse, fortalecer vínculos e valorizar as histórias que fazem parte da vida dos alunos, das famílias e da comunidade escolar.
Porque quando uma criança se encanta diante de uma página impressa, e ainda se reconhece nela, ali também nasce uma semente de leitura e conhecimento.






Por Patrícia Rocha
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