Selecionada na proposta “Profissão Professor: uma escolha que transforma”, aberta a todos os professores, Idalina compartilhou experiências de seus 17 anos de magistério e emocionou ao falar sobre sua relação com os alunos
Um encontro marcado pela emoção, pelas histórias e pelo amor à educação! Assim foi a entrega da premiação à professora Idalina Francisca Chaparro Dias, selecionada na proposta “Profissão Professor: uma escolha que transforma”, promovida pela Gazeta Educação em homenagem ao Dia do Professor, celebrado em 15 de outubro.
Recebida pela editora da Gazeta Educação, Patrícia Rocha, na sede do Jornal A Gazeta, Idalina recebeu flores e um prêmio de R$ 500,00, entregue por meio de Pix. Mais do que a entrega da premiação, o encontro proporcionou uma conversa emocionante sobre a trajetória docente, os desafios da profissão e as experiências que transformam a vida de professores e alunos.

A proposta foi lançada pela Gazeta Educação como um convite aberto a todos os professores, independentemente da escola ou rede de ensino em que atuam. A iniciativa incentivou os educadores a escreverem sobre suas trajetórias, os motivos que os levaram a escolher a profissão, suas inspirações e as experiências que marcaram suas vidas.
Os relatos recebidos ganharam espaço nos canais digitais da Gazeta Educação, valorizando histórias reais de dedicação ao ensino. Entre as participações, a história de Idalina foi selecionada para receber a homenagem e a premiação especial.
“Se sou a professora que sou hoje, é por causa dos alunos”
Durante a visita, Idalina compartilhou lembranças de seus 17 anos de magistério. Sua trajetória começou ainda no início da faculdade, quando, com apenas seis meses de curso, passou a realizar substituições em diferentes escolas, antes de assumir sua própria turma.
Segundo ela, a oportunidade de conhecer diferentes ambientes escolares e conviver com estudantes de diversas realidades foi fundamental para sua formação.
“Se eu sou a professora que sou hoje, é por causa dos alunos, porque eu acredito na diversidade dos alunos. Cada aluno é diferente”, destacou.
A professora também falou sobre a importância de observar as pessoas e aprender com as experiências cotidianas.
“Eu sou uma pessoa muito observadora. Se todas as pessoas pudessem observar ao seu redor, a gente aprenderia com o comportamento das pessoas. Qual comportamento devemos seguir e qual devemos evitar”, refletiu.
Para Idalina, ensinar é também estar disposto a aprender. Cada estudante apresenta características, necessidades e possibilidades próprias, tornando a sala de aula um espaço de troca e de crescimento para todos.
“Eu até me emociono quando falo disso, porque amo o que faço”
Um dos momentos mais emocionantes da conversa aconteceu quando a professora falou sobre a satisfação de acompanhar o desenvolvimento dos estudantes e perceber o entusiasmo deles diante das próprias conquistas.

“Ver os olhinhos brilharem, sabe? Eu até me emociono quando falo disso, porque eu amo o que faço”, contou, emocionada.
A declaração revela o sentimento que acompanha sua trajetória profissional e ajuda a compreender a relação que construiu com a educação ao longo dos anos.
O carinho pela escola também apareceu em outra fala espontânea da professora:
“Eu amo a minha casa, mas eu amo estar na escola.”
A afirmação, simples e carregada de significado, traduz a satisfação de quem encontrou na profissão não apenas uma atividade profissional, mas também uma fonte de realização pessoal.
Uma frase, uma história e uma emoção compartilhada
Idalina também relembrou a alegria de ver sua história publicada na Gazeta Educação. Uma das frases destacadas no texto chamou especialmente sua atenção por expressar um pensamento que, segundo ela, a acompanha desde a infância.
Ao reconhecer suas próprias palavras na publicação, a professora fez questão de compartilhar a emoção com a filha.
“Quando vi aquela frase que você citou no vídeo: “Eu sou eu”, fui correndo mostrar para minha filha e falei: ‘Filha, a frase da mãe!’ Eu amei!”, recordou, sorrindo.
O episódio demonstrou o significado de ter sua trajetória reconhecida e registrada, especialmente em uma iniciativa que busca valorizar as experiências de quem dedica a vida ao ensino.
Durante a conversa, também foi ressaltado o papel do professor como incentivador e inspirador, capaz de mostrar aos estudantes que a superação é possível e que o esforço, a dedicação e a confiança podem abrir novos caminhos.
Uma homenagem que representa muitos professores
Ao abrir a proposta “Profissão Professor: uma escolha que transforma” a todos os educadores, a Gazeta Educação buscou criar um espaço para que diferentes vozes compartilhassem suas experiências, valorizando histórias que muitas vezes permanecem restritas ao ambiente escolar.
A participação de Idalina representou a essência da iniciativa: reconhecer o trabalho de quem ensina, aprende, enfrenta desafios e contribui diariamente para a formação de crianças e adolescentes.
Ao longo de seus 22 anos de circulação, a Gazeta Educação tem acompanhado projetos, conquistas e trajetórias de educadores, reafirmando seu compromisso com a valorização da escola e de seus profissionais.
O encontro com a professora Idalina terminou com agradecimentos, sorrisos e a satisfação de ver que a proposta havia alcançado seu objetivo: dar visibilidade a histórias que emocionam, inspiram e demonstram a importância da educação.
Porque cada professor tem uma história para contar. E muitas dessas histórias têm o poder de transformar outras vidas.
