No Colégio CELQ, a leitura é mais do que uma prática pedagógica: é a marca de uma escola que forma mentes curiosas, cidadãos conscientes e jovens preparados para interpretar o mundo. Desde a Educação Infantil até o Ensino Médio, os alunos vivem uma rotina permeada por histórias, cultura e experiências que despertam o gosto pelos livros e constroem, dia após dia, uma trajetória sólida de desenvolvimento cognitivo, emocional e social. Aqui, ler é crescer — e transformar.
A neurociência comprova que o contato precoce com livros transforma o cérebro: fortalece funções executivas como atenção e memória, amplia o vocabulário, ativa áreas relacionadas à linguagem e melhora a compreensão narrativa — competência essencial para todas as disciplinas. Crianças que leem desde cedo tornam-se estudantes mais analíticos, autônomos e preparados para desafios complexos. Além disso, a leitura também forma caráter e visão de mundo. A literatura favorece a empatia, aperfeiçoa a interpretação de contextos sociais e fortalece o raciocínio crítico, habilidade indispensável para o século XXI.
No CELQ, essa formação acontece de maneira integrada. Na Pré-escola, práticas como leitura em voz alta, encenações literárias e o Projeto de Fábulas introduzem valores, imaginação e descoberta. Do 1º ao 9º ano, o Projeto Curricular de Formação Leitora, com curadoria literária especializada, conduz os alunos pelo universo dos clássicos, desenvolvendo leitura, reflexão e responsabilidade cidadã. Um dos frutos deste projeto e destaques é o livro autoral Quando a Infância Vira Verso, produzido pelos alunos do 3º ano e lançado em recital homônimo que homenageou grandes poetas brasileiros — um convite para que o estudante transite de leitor a autor.
Projetos extracurriculares, como Exploradores de Histórias, Passaporte da Leitura e Piquenique Literário, ampliam esse percurso, mantendo o contato com os livros vivo, prazeroso e contínuo.
Com essa articulação curricular e extracurricular, o Colégio CELQ fortalece vocabulário, fluência, compreensão e argumentação, formando estudantes autônomos que leem, pensam e agem. Observa-se maior repertório cultural, interpretação mais crítica e um ambiente escolar mais dialogado e significativo.
À comunidade, fica o convite: participar ativamente desse movimento leitor. Ler com as crianças, conversar sobre histórias e cultivar o livro em casa potencializa o trabalho da escola. Porque, quando a criança lê, transforma-se — e quando o jovem lê, transforma o mundo.




